(N. Vila de Punhe, Viana do Castelo, 1935)
Jornalista Matias de Barros, nome literário de Matias Rolo Ferreira e Barros, frequentou a Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo e, mais tarde o Colégio do Minho, na mesma cidade. Emigrou Rio de Janeiro em 1953, donde regressou no ano seguinte. Iniciou a sua actividade em 1959, no jornal “Notícias de Viana”, do qual viria a ser redactor desde 1967 a 1970. De 1970 a 1980, colaborou no bissemanário vianense «A Aurora do Lima» e desempenhou as funções de correspondente em Viana do Castelo do «Diário do Norte» (1971). Colaborou na Emissora Nacional, no programa Actividades do Norte (1972-1973) e na Rádio Televisão Portuguesa, organizando para o programa «Documentários» os guiões para os programas «Viana do Castelo, Cidade Velha-Cidade Nova» (1977) e «Feiras» (1978) e para a reportagem e difusão televisiva dos autos populares «Comédias de Santo António de Portela Suzã» (1978) e «Auto de Floripes» (1979). Em 1978 foi um dos fundadores dos Cadernos Vianenses, publicação cultural editada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, vindo a integrar a equipa orientadora responsável pela edição e a colaborar até 1983. Presentemente, é director e proprietário do quinzenário «O Vianense», que fundou em 1980. Pertence ao Gabinete de Imprensa de Guimarães, à Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e ao Instituto Português de Imprensa Regional.
Obra: «Viana do Castelo, Capital do Alto Minho», 1973.
Em “Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. VI, organizado pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, Publicações Europa-América, Coordenação Ilídio Rocha, com a colaboração do Dr. Rui Viana (Director da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo), edição de Junho de 2001”.
Jornalista Matias de Barros, nome literário de Matias Rolo Ferreira e Barros, frequentou a Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo e, mais tarde o Colégio do Minho, na mesma cidade. Emigrou Rio de Janeiro em 1953, donde regressou no ano seguinte. Iniciou a sua actividade em 1959, no jornal “Notícias de Viana”, do qual viria a ser redactor desde 1967 a 1970. De 1970 a 1980, colaborou no bissemanário vianense «A Aurora do Lima» e desempenhou as funções de correspondente em Viana do Castelo do «Diário do Norte» (1971). Colaborou na Emissora Nacional, no programa Actividades do Norte (1972-1973) e na Rádio Televisão Portuguesa, organizando para o programa «Documentários» os guiões para os programas «Viana do Castelo, Cidade Velha-Cidade Nova» (1977) e «Feiras» (1978) e para a reportagem e difusão televisiva dos autos populares «Comédias de Santo António de Portela Suzã» (1978) e «Auto de Floripes» (1979). Em 1978 foi um dos fundadores dos Cadernos Vianenses, publicação cultural editada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, vindo a integrar a equipa orientadora responsável pela edição e a colaborar até 1983. Presentemente, é director e proprietário do quinzenário «O Vianense», que fundou em 1980. Pertence ao Gabinete de Imprensa de Guimarães, à Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e ao Instituto Português de Imprensa Regional.
Obra: «Viana do Castelo, Capital do Alto Minho», 1973.
Em “Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. VI, organizado pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, Publicações Europa-América, Coordenação Ilídio Rocha, com a colaboração do Dr. Rui Viana (Director da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo), edição de Junho de 2001”.